sexta-feira, 30 de setembro de 2011

As Boas Vindas


Caros aluviões 2011 e não-aluviões de outros anos,

Apesar de só agora estarem a conhecer, este é o nosso blog. Se forem como eu, a primeira coisa que vão fazer é ir ver todos os posts anteriores para verem que raio se passou o ano passado e isso. A verdade é, caros aluviões, a utilização deste blog esteve bastante condicionada, por motivos alheios à nossa compreensão (e talvez também um pouco de preguiça).
De qualquer modo, este aviso serve para vocês, pessoas que não lêem papéis afixados nas paredes (papéis nas paredes são demasiado mainstream), para aqueles cuja vida gira à volta de facebooks e blogs e todas essas coisas fofinhas da Internet.
Este blog, como poderão ver aqui (cliquem, vá, cliquem. A sério, cliquem, força. FOOOOORÇA!), servirá para, e passo a citar “manter toda a gente a par do que se passa connosco: os (magníficos e espectaculares) jantares, as nossas animadíssimas festas, convívios, ajuntamentos, encontros, reencontros, chás das cinco, debates, uniões, junções, greves, protestos, meetings, aglomerações,  acumulações e tudo mais aquilo que acabe em "ões" (menos essas palavras porcas!) ”. Sim, porque a mente dos mestres e veteranos é mais pura que o SAL. Desafio-vos a provar o contrário!
As actualizações deste blog estarão claramente condicionadas pelas actividades académicas desta vossa Comissão. Como poderão ver, dentro em breve, a vida académica não pára e por isso durante épocas complicadas (eu poderia dizer frequências e exames, mas é mais provável que tal acontecimento se dê durante semanas como o Integr@-te e o Enterro) este blog veja o seu funcionamento condicionado.
Esperemos que considerem este espaço também uma casa vossa, depois da vossa casa a sério e da vossa casa cá em Aveiro (para quem tenha duas), depois da praça (que verão que será um extensão da vossa casa) e do Facebook, que o utilizem para o bem (e para o mal também, se assim quiserem), que o utilizem para unir os povos da nossa nação – Jesse e James, Team Rocket à velocidade da luz vai atac… esperem, o quê? Não, isto não é daqui. My bad.
Fotos, jantares, praxes, dúvidas, calamares, sugestões, crepes… what have you, PUT. IT. HERE. PUT IT. JUST PUT IT.
(para quem não entende inglês… desenrasquem-se, vão ter inglês obrigatório três anos da vossa vida, têm de começar a aprender por qualquer lado)

Sem mais delongas nos despedimos,
A Excelentíssima, a brutalíssima, a melhor, mais espectacular e mais linda Comissão de LEE.

3 comentários:

  1. Era uma dose de batatas fritas e três bifes moderadamente passados sff. Obrigado!

    E já agora... é em cápsulas?

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  2. és a maior aninhass:)

    _31;)

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  3. Não há nada melhor do que estar apaixonado. Nem pior. Primeiro entranha-se. Depois estranha-se. A paixão dá para tudo. Para rir e chorar, fazer confidências, namorar ao luar a beber coca-colas de latas e sentir-se mais feliz do que se estivesse numa suite de trigésimo andar do Pierre em Manhattan a beber Don Perignon.
    Estar apaixonado é um estado de graça e de desgraça. Tira sono e dá speed. Rouba a fome e mata a sede. Perde-se a noção do tempo, espaço, até ao ridículo. Ganha-se força, vontade, desejo e anos de vida. Estar apaixonado é investir uma fortuna que demorou anos a amealhar num negócio de alto risco. E ainda por cima fazê-lo conscientemente. Porque a paixão é melhor de que qualquer bebida, droga ou paraíso terrestre. Uma pessoa apaixonada vai aonde quer porque passa de repente a desconhecer os seus limites (…)
    Mas a paixão também tem o seu reverso. Uma pessoa fica diminuída. Moída. Distraída. Torna as pessoas inteligentes em seres simples, e os seres simples em criaturas acéfalas. Faz pessimamente à saúde.
    Provoca insónias, suores frios, falta de apetite, obsessão por chocolates, tonturas, dores de estômago, prisão de ventre, olheiras, borbulhas, dores de ouvidos e dores de cabeça. Faz subir a tensão e provoca taquicardia. Às vezes, até faz o cabelo ficar oleoso. (…)
    Estar apaixonado é como partir à procura de um tesouro, qual Indiana Jones, mas sem pistola nem chicote. Não só ficamos completamente desarmados como nos tornamos em seres infelizes. Ficamos à mercê do mundo e, pior ainda, de nós próprios.
    Mas nada conta, porque faça chuva ou faça sol, os dias são todos azuis e apesar de terem sempre 24 horas, não há nenhum igual ao outro. É preciso viver a paixão até ao fim, mesmo que seja amanhã, porque o que conta é o que se sente aqui e agora. A paixão faz-nos sentir prisioneiros e livres ao mesmo tempo. E não há nada melhor do que saber que se tem asas e não voar, só para ficar no ninho e esperar que um dia o ovo choque e dele nasça o fruto da paixão.


    Margarida Rebelo Pinto

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